Como Funciona a Conta Caixa Fácil

Como Funciona a Conta CAIXA Fácil

Ter uma conta bancária é muito importante. O problema são as altas taxas praticadas pelos bancos. Uma novidade, porém, vem ganhando destaque. Trata-se da Conta Caixa Fácil. Nesse tipo de conta, os serviços básicos são isentos de tarifas, e até a forma de abertura é mais fácil que qualquer outro tipo de conta. É uma excelente alternativa para quem deseja ter uma conta sem os altos custos de outras modalidades, para pessoas que não realizam muitas transações e que não precisam movimentar altas quantias.

Veremos os procedimentos para a abertura de uma Conta Caixa Fácil, como quem pode abrir, suas vantagens, e suas peculiaridades.

Como abrir uma Conta CAIXA Fácil?

É muito fácil abrir uma Conta Caixa Fácil, basta comparecer à uma agência da Caixa Econômica Federal, em uma casa lotérica ou ainda em pontos do Caixa Aqui, levando consigo o RG e o CPF. Para abrir esse tipo de conta, não é preciso comprovar a renda e nem levar um comprovante de residência.

Após a abertura da conta, o cliente receberá em sua casa o cartão da conta, que poderá ser um cartão de cartão de crédito, após uma avaliação de crédito. Nesse caso, sendo aprovado, o cliente receberá um cartão MasterCard CAIXA Fácil.

Quem pode ter uma CAIXA Fácil?

Qualquer pessoa com 16 anos ou mais pode ter uma Conta Caixa Fácil. As pessoas com idade entre 16 e 18 anos precisam estar acompanhadas de um representante legal no momento da abertura da conta. A única restrição é de que essa pessoa não tenha outra conta corrente na Caixa Econômica ou em outro banco. Com essas condições, todo interessado pode abrir a conta CAIXA Fácil seguindo as instruções mencionadas acima. Não se esqueça de apresentar seu CPF e RG.

Imediatamente a abertura da conta estará pronta. E é finalizada após o cadastramento da senha.

Como Realizar Depósito na Conta CAIXA Fácil?

Existem duas maneiras de realizar depósitos nessa conta. Confira:

  • Depósito em dinheiro: pode ser feito nas agências da Caixa ou nos correspondentes bancários.
  • Depósito em cheque: pode ser feito somente nas agências da Caixa.

A Conta CAIXA Fácil Tem Limite de Movimentação?

O valor máximo do saldo nesse tipo de conta é de R$ 3.000,00. Não pode haver nem mesmo depósito ou transferência que ultrapasse o valor limite.

A pessoa que tenha uma Conta Caixa Fácil não pode movimentar mais que R$ 3.000,00 em sua conta.

Tarifas Cobradas

Na Conta Caixa Fácil, não há cobrança de tarifas nem para a abertura, nem para a manutenção da conta e nem mesmo para consulta de saldo. O cliente está isento de qualquer cobrança até o quarto saque ou extrato. A partir do quinto saque ou solicitação de extrato realizados em um mesmo mês, serão cobradas algumas tarifas conforme a tabela vigente.

Como Faço Para Consultar o Saldo?

A consulta de saldo é gratuita. Para isso, basta que o cliente se dirija aos caixas eletrônicos, internet banking ou mesmo aplicativo para celular, sendo que esses recursos também podem ser usados para a realização de outros serviços na conta também.

A Conta CAIXA Fácil é Considerada Uma Conta Poupança?

Uma conta poupança tem, todo mês, um certo rendimento. Além do mais, não cobra nenhuma taxa. Já a Conta Caixa Fácil, embora não cobre tarifas, ela também não rende nenhum valor mensal para o cliente. Por isso, ela é uma conta corrente semelhante as outras.

É uma ótima opção para quem não realiza muitas movimentações mensais, e que dispõe de um valor menor. Ela conta com uma abertura muito simples e sem nenhuma burocracia.

Eu Consigo Transferir a Minha Conta Para Outra Agência na Mesma Cidade ou em Outra Cidade?

Não. A transferência não é possível. O que o cliente pode fazer é abrir uma nova conta na agência que deseja, transferir os valores e encerrar a conta anterior. Se preferir, mesmo que a pessoa se mude de cidade, pode continuar movimentando a sua conta através dos canais de atendimento da Caixa.

Como Fazer Doações Em Vida: Imóveis, Dinheiro ou Outros Bens

Como Fazer Doações Em Vida: Imóveis, Dinheiro ou Outros Bens

Realizar doações enquanto ainda está vivo é uma alternativa para quem deseja evitar discórdias e problemas entre os familiares no futuro. É também uma maneira que muita gente encontra de ajudar os parentes enquanto ainda está vivo.

A dúvida que surge é se é possível realizar doações enquanto a pessoa ainda está viva e como é o processo. Veremos as maneiras de realizar doações ainda em vida de bens, dinheiro, imóveis.

Doação de Bens Em Vida Com Usufruto

Uma das alternativas para quem deseja doar os bens para alguém antes de sua morte, é com o usufruto. Ou seja, a pessoa que está doando tem o direito de usar o bem, ou permanecer como o seu proprietário até a sua morte. Isso vale para bens imóveis, e demais bens materiais, como carro, por exemplo.

Doação de Dinheiro Em Vida

Dependendo do valor em dinheiro que a pessoa tem disponível em sua conta bancária, ele terá um limite para doar aos seus herdeiros anualmente sem precisar pagar o ITCD, imposto incidente sobre doações feitas a herdeiros ainda em vida. Os limites isentos desse imposto podem ser verificados no site da Secretaria da Fazenda de cada Estado. É importante observar o limite para evitar problemas futuros com a Receita Federal.

Há ainda outras maneiras de doar bens financeiros para os herdeiros sem que, para isso, seja necessário pagar imposto. É o caso de aplicações financeiras, como Fundos Imobiliários, Previdência Privada VGBL, Fundo de investimento em participações (FIP), e muitos outros.

Doação de Imóvel em Vida Para Herdeiros

Para doar um bem para algum dos herdeiros, é importante sempre observar a proporção para os outros herdeiros. Dessa forma, mesmo que um imóvel seja doado, os demais herdeiros permanecerão com o direito a uma porcentagem do imóvel. Pessoas casadas precisam ficar atentas para a questão da meação, a porcentagem do patrimônio que o cônjuge tem direito, conforme o tipo de casamento. Outra observação é que, se a doação for realizada obedecendo todos os requisitos legais, ninguém poderá contestar enquanto o doador não morrer. Após a sua morte, os herdeiros poderão contestar a proporção da doação. Se não tiver mantido uma proporção legítima, a doação poderá ser invalidada. Veja abaixo a relação de documentos necessários para realizar uma doação de um imóvel ainda em vida, que deverão ser levados ao cartório:

  • Endereço;
  • Certidão de matrícula do imóvel atualizada –até 30 dias a partir da data de expedição no momento da assinatura da escritura. Deve ser feito no cartório de registro de imóveis da sua cidade;
  • Pacto antenupcial registrado, caso exista;
  • Certidão negativa de regularidade fiscal do imóvel, emitida pela Secretaria da Receita Federal;
  • Fotocópia do RG e CPF, junto aos originais de doadores e quem vai receber a doação;
  • Consentimento escrito dos outros herdeiros para o imóvel ser doado, caso haja algum conflito;
  • Carteira de trabalho ou outro comprovante profissional;
  • Certidão da Justiça Criminal (pode ser solicitada)
  • Certidão da Justiça do Trabalho (pode ser solicitada);
  • Certidão de Casamento, para casados, separados ou divorciados. Viúvo ou viúva deve apresentar a certidão de óbito do cônjuge. As certidões de casamento expedidas em cartório de outra cidade devem ter firma reconhecida pelo oficial que a expediu com menos de 90 dias;
  • Certidão da Justiça Federal (pode ser solicitada);
  • Certidão dos Cartórios de Protesto (pode ser solicitada);
  • Certidão de Executivos Fiscais, Municipal e Estadual (pode ser solicitada);
  • Certidão de quitação de tributos imobiliários, expedida pelo município e o último carnê do IPTU. Podem ser obtidos diretamente na prefeitura da cidade,
  • Certidão de Distribuição Cível (pode ser solicitada).

Quando a doação é feita por meio de testamento, existe um limite de 50% do patrimônio a ser doado para os herdeiros descendentes, ascendentes e cônjuge. No caso de doações ainda em vida, não existe qualquer limite.

Como Comprovar Renda Sendo Autônomo?

Como Comprovar Renda Sendo Autônomo?

Frequentemente, precisamos comprovar a nossa renda, seja para contratar empréstimo, seja para serviços bancários, etc. Nesse momento, surge a dúvida de como fazer para comprovar a renda sendo autônomo. De início, isso pode ser um grande entrave para muitas pessoas, pois há casos em que elas precisam comprovar a sua renda para concretizar grandes objetivos, como a compra da casa própria, por exemplo. O holerite é o principal comprovante de renda de um trabalhador assalariado.

Porém, as pessoas que trabalham como autônomas podem sim comprovar a sua renda mesmo que não trabalhem com carteira assinada. Uma boa notícia é que as instituições financeiras têm adotado medidas diferentes quando se trata de profissionais autônomos e profissionais liberais.

Como Comprovar Renda Sendo Profissional Autônomo?

Veja abaixo as maneiras possíveis que profissionais autônomos têm para comprovar a sua renda:

  • Formalizar o empreendimento: uma boa forma de comprovar a renda é possuindo um CNPJ. Caso o seu empreendimento se enquadre, você pode se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI) e realizar a sua formalização de forma rápida e sem nenhuma burocracia. A formalização pode ser feita de sua própria casa.

O Microempreendedor não só terá como comprovar a sua renda, como terá acesso a todos os benefícios da Previdência Social, como aposentadoria, Previdência-social, licença-maternidade, aposentadoria e auxílio-doença.

  • Dados bancários e movimentação financeira: por meio da movimentação financeira, é possível comprovar a existência de uma renda, desde que o aporte seja contínuo, que os extratos sejam referentes à um período de, pelo menos, 6 meses, e siga um padrão. Com isso, fica mais fácil realizar uma projeção da receita.
  • Declaração de Imposto de Renda: esse é outro documento muito importante no momento de comprovar a renda, no caso de um profissional autônomo. Como ele possui todas as informações de tudo o que a pessoa ganhou e gastou ao longo do ano, esse documento torna-se de grande relevância quando o assunto é comprovar renda.
  • Comprovantes de pagamento: os registros de serviços prestados, comprovantes como RPA, comprovantes de depósito e contratos de prestação de serviços.
  • Inscrição no programa Cadastro Positivo: essa é uma maneira que o profissional autônomo tem de provar que suas contas estão em dia para bancos, empresas e instituições financeiras. No Cadastro Positivo, estão concentradas informações de pagamentos que o profissional liberal realizou e que se torna disponível para as demais empresas.
  • Filiação a entidades de classe: outra forma de tornar válida a sua atuação como profissional autônomo e se filiar a entidades de classe, como cooperativas e associações e sindicatos. Com a filiação, a entidade pode emitir declarações das atividades que o profissional exerce, além de também estipular a média de rendimentos do profissional.
  • Componha renda em conjunto: somar duas rendas é um procedimento aceito diante do mercado creditício, e ajuda na hora de comprovar a renda de um profissional autônomo. E a junção de rendas não precisa ser apenas entre cônjuges.

Decore – O Que é e Como Funciona?

A Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos, ou Decore, como é mais conhecida, é um documento oficial usado para comprovar a renda de profissionais autônomos, podendo ser usado em detrimento do holerite. Com ele, os profissionais podem usá-lo para as mais variadas situações que exijam a comprovação de renda.

Porém, a Decore só pode ser emitida por profissionais devidamente habilitados de contabilidade. Além do mais, só será válido se estiver com o selo DHP, ou Declaração de Habilitação Profissional, impresso ou afixado no corpo do documento. O fornecimento e o controle do selo é restrito ao Conselho Regional de Contabilidade, ou CRC.

Como vimos, são inúmeras as possibilidades que os profissionais autônomos têm de comprovar a sua renda. O importante é possuir todas as suas documentações em dia e organizadas.